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Quintana Revisitado
Eles passarão Eu passaralho...
Escrito por Luciano Favaro às 18h51
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Certezas
Política, amor, tradição, Ideologia, desapego, Constituição Depois de tanto crer Nisso e naquilo outro E descobrir Que quase tudo foi em vão Decidi então me ater A duas ou três coisas (Para evitar sabida frustração) Das minhas antigas crenças Restou somente uma fração De todas as minhas certezas Sobraram apenas a arte, a vida E a desilusão.
Escrito por Luciano Favaro às 12h10
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Mulheres na Máfia
A máfia começou na Sicília. Inicialmente, eram homens que protegiam os camponeses da região. Os camponeses aceitaram prontamente, pois não queriam perder a proteção - nem os dentes. Com o passar do tempo, as coisas mudaram. Foram criadas famílias, mais conhecidas como famillias, que criaram regras próprias. Algumas famíllias proibiam seus membros de beber fanta uva, outras de falar na língua do pê e de usar pochete. A máfia era tida como uma instituição aberta a todos, inclusive mulheres. Havia apenas pequenas restrições para o candidato, como calçar sapatos acima de 42 e saber a escalação da seleção italiana. Por esse motivo, não era comum ver mulheres com terno riscado martelando os dedos dos maus pagadores de proteção. As mulheres, na verdade, estavam sempre ao lado de seus maridos mafiosos. Elas não viam, não ouviam, nem falavam nada sobre o negócio de seus parceiros. Em muitos casos, até a mímica era proibida. Mas a polícia começou a desconfiar que não havia só testosterona na Cosa Nostra. Os mafiosos, de uma hora para outra, começaram a agir de modo estranho. Passaram a cortar as unhas dos pés regularmente, baixar a tampa do vaso sanitário após usarem o banheiro e lavar as mãos antes das refeições. Com todos esses indícios, os policiais logo deduziram algo surpreendente: Havia mulheres na máfia. Continua
Escrito por Luciano Favaro às 18h08
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