Olhos de mel
Nunca se esqueça Que apesar destes dias de dureza Que apesar destas noites sem estrelas Haverá sempre a esperança E a doçura em seus olhos de mel
Se sorri, e se chora agora Tudo bem Seus puros e tristes olhos de mel Nasceram livres para trilhar caminhos Que nem todos conseguem entender
Solidão, amor, pureza Lágrimas, por que não? Lágrimas não são sinal de fraqueza São a união de sal e leveza Como o encontro do mar com o amanhecer
Seja forte apenas Não perca sua doçura, apenas seja forte Para quando, por tortuosos vales descer E encontrar a desilusão Juntar forças, subir E tornar a sorrir, então
(Para a menina dos olhos de mel)
Escrito por Luciano Favaro às 13h59
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